You are currently browsing editora’s articles.

Pensar a fruição nos permite creditar ao homem a possibilidade de articular artisticamente novas formas de realidade viva e de se reinventar com elas.

Com os filósofos da Escola de Frankfurt fica explícito o sistema circular do capitalismo, o conceito de que não existe progresso neutro e o possível fim trágico q o mundo pode ter…

Com a crise econômica ficou nítido q o trabalho, no sentido de marx, não gera quase renda, q existe um “organismo” automato q mantem esse vício e essa estrutura do dinheiro.

A pergunta é: se o nosso ato de comprar mantem o esquema corporativo-capitalisma funcionando, por que nos apegamos tanto as banalidades trazidas pela tecnologia?
Perdemos a dimensão do todo? Ou o foco do que realmente importa? Ou nos deixamos acomodar?

Pra mim, fica a questão: o q vc não comprou hj?