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Se parar para pensar e analisar a vida na sua totalidade, verá que ela é movida pela curiosidade. O ser humano em sua consciência e inconsciência busca algo que lhe dê sentido. Usa e abusa de sua curiosidade e muitas vezes não sabe por que busca e nem sabe o que busca. Agostinho em seu livro Confissões, trabalha o tema da curiosidade, de como ela pode ser utilizada de maneira errada. A questão que o filósofo coloca é que há uma “vã curiosidade” que se disfarça de conhecimento e ciência, todavia, não passa de uma paixão de conhecer tudo. Note que há uma diferença entre conhecer tudo e conhecer o todo. Não é possível conhecer tudo, em todas as suas peculiaridades. Contudo, é perfeitamente possível conhecer o todo, possuir uma visão geral do mundo. A critica agostiniana precisa ser entendida a partir de sua metodologia de conhecer. É um caminho que parte daquilo que é exterior (realidade) para o interior (coração no sentido de intimidade) e que visa o superior (Deus). A curiosidade sadia passa pela intimidade, pelo desejo de se conhecer melhor. Agostinho irá explicar que o mal entrará no mundo por essa “vã curiosidade”. O mal irá ser encarado como uma privação do ser, pois Deus criou tudo o que é bom e Nele não há mal e nem há a criação do mal por parte Dele.Esta questão será esclarecida pela graça. A graça ensina o homem a aprender a vontade de Deus e as suas ações de uma maneira interna, dentro de sua intimidade.Se por um lado, o pecado original foi herdado pelos homens de uma maneira interna, pela “vã curiosidade”, a graça também agirá de maneira interna pela intimidade. Cuide de sua curiosidade, procure saber o porquê de sua busca e boa estadia no mundo com as pessoas de seu tempo!

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Hoje senti vontade de aprender algo diferente, importante ou até mesmo inusitado que tivesse acontecido em outros 8 de fevereiro. E não é que descobri!?

Em 8 de fevereiro de 1978 as Frenéticas, grupo formado por seis vocalistas femininas nos anos 70  (idealização do espertíssimo Nelson Motta), emplacava o primeiro lugar nas paradas das rádios, com seu LP que chegava a incrível marca de 138 mil cópias vendidas. Para a época dos “bolachões” um feitio e tanto, digno de rememoração!

 

 

Não sei se vocês sabem, mas as Frenéticas surgiram inicialmente como um grupo de garçonetes que atendiam os clientes da discoteca Frenetic Dancing Days, de propriedade do Nelson Motta, uma febre nas noites da Gávea, reduto do Rio de Janeiro. Entre elas, Sandra Pêra, irmã da fabulosa atriz Marília Pêra, junto com as outras meninas, cantava e dançava, e também servia as mesas. A combinação inusitada de humor, erotismo, roupas extravagantes e coloridas e muita atitude para a época, marcas de estilo das Frenéticas, deixou o público maluco.  O grupo das “assanhadas meninas” emplacou grandes sucessos que foram até tema de abertura de novelas da Globo, um dos maiores veículos televisivo e formador de opinião da época.

É incrível como algumas lembranças de nossa infância conseguem nos trazer alegria e aquele sentimento de bem-estar. Lembrar das letras das músicas, muitas vezes cantadas (sem ao menos refleti-las, porque não era esse o nosso barato aos 7 anos…),  das imitações feitas junto com as outras meninas, da inocência tão presente e tão valorosa que se esvai com o tempo… Ah… saudosismo….

As lembranças (subjetivas) também nos constituem; sei que ainda trago comigo alguma coisa deste passado não muito distante – senti a necessidade de frisar –  mas enormemente prazeroso. É uma pena que “frenético” hoje em dia é o nosso ritmo de vida e não mais um grupo musical debochado, divertido e alegre que colocava todo mundo pra dançar, até mesmo os nossos pais!

Estou ficando mais sisuda…. Vixe, vamos cantar! Quem canta os males (e a velhice) espanta!

DANCING DAYS

Abra suas asas,
solte suas feras,
caia na gandaia,
entre nessa festa
E leve com vocêee
seu sonho mais loouuco
Eu quero ver seu corpo,
lindo, leve e solto
A gente as vezes, sente, sofre, dança,
sem querer dançar
Na nossa festa vale tudo
vale ser alguém como eu,
como você

Abra suas asas,
solte suas feras,
caia na gandaia,
entre nessa festa
E leve com vocêee
seu sonho mais loouuco
Eu quero ver seu corpo,
lindo, leve e solto
A gente as vezes, sente, sofre, dança,
sem querer dançar
Na nossa festa vale tudo
vale ser alguém como eu,
como você

A gente as vezes, sente, sofre, dança,
sem querer dançar
Na nossa festa vale tudo
vale ser alguém como eu,
como você

Dance bem, dance mal, dance sem parar
dance bem, dance até, sem saber dançar

Dance bem, dance mal, dance sem parar
dance bem, dance até, sem saber dançar

Na nossa festa vale tudo
vale ser alguém como eu,
como você

Na nossa festa vale tudo
vale ser alguém como eu,
como você

Na nossa festa vale tudo
vale ser alguém como eu,
como você

Dance bem, dance mal, dance sem parar
dance bem, dance até, sem saber dançar

Dance bem, dance mal, dance sem parar
dance bem, dance até, sem saber dançar

Na nossa festa vale tudo
vale ser alguém como eu,
como você (4x)

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